Um total de 57 prefeitos e 64 presidentes de câmaras municipais deixou de
entregar suas contas ao TCE até às 18h da última terça-feira, quando se
encerrou o prazo constitucional. Foram 26 prefeitos a mais do que no ano
passado e 35 presidentes de câmaras que ficaram inadimplentes com o órgão.
O aumento da inadimplência em
relação ao ano passado já era esperado pelo órgão, por se tratar de um ano pós-eleitoral. "O
ideal seria que todos tivessem atendido ao apelo do Tribunal e prestado contas
em tempo hábil, evitando os problemas decorrentes da inadimplência",
observa o presidente do TCE, conselheiro Edmar Cutrim.
No ano passado, 31 prefeitos s deixaram de entregar suas contas dentro do prazo. O número interrompeu a tendência de queda na inadimplência verificada nos últimos três anos: em 2011, 11 prefeitos deixaram de entregar suas contas até o final do prazo; em 2010 foram 27 e em 2009 foram 53.
No ano passado, 31 prefeitos s deixaram de entregar suas contas dentro do prazo. O número interrompeu a tendência de queda na inadimplência verificada nos últimos três anos: em 2011, 11 prefeitos deixaram de entregar suas contas até o final do prazo; em 2010 foram 27 e em 2009 foram 53.
Os gestores que não
encaminharam ao TCE suas prestações de contas podem sofrer diversas sanções,
entre elas pagamento de multa, acionamento por parte do Ministério Público Estadual (MPE) e inclusão do
seu nome na chamada lista de inadimplentes, que será encaminhada ao Tribunal
Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), órgão que poderá torná-los inelegíveis.
Este foi o segundo ano em que o
Tribunal aboliu o uso do papel para a entrega das contas de seus
jurisdicionados. A diferença em relação a 2012 é que, agora, além de serem
entregues em suporte digital, as contas irão tramitar também em ambiente
eletrônico durante todo o processo de análise até a decisão em plenário.
"Esse é o
um estágio importante do processo de modernização do TCE, conferindo maior
agilidade e segurança ao processo de análise e julgamento das contas
públicas", analisa o conselheiro Edmar Cutrim.
Fonte: O Imparcial on-line

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