terça-feira, 22 de julho de 2014

Presídio de Pedrinhas pode levar o Brasil ao banco dos réus na OEA


É altíssima a chance de o Brasil se tornar réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos por causa do presídio maranhense de Pedrinhas. Nesta semana, um relatório elaborado por ONGs do setor e pela OAB será enviado ao tribunal. Ele refletirá o caos encontrado por essas entidades numa visita feita ao presídio há dez dias. Em dezembro, a Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) já havia advertido o Brasil a tomar providências em relação ao presídio. Aquela foi uma reação ao assassinato de 60 presos de Pedrinhas ocorridos em 2013. Neste ano, já foram mais onze. É altíssima a chance de o Brasil se tornar réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos por causa do presídio maranhense de Pedrinhas. Nesta semana, um relatório elaborado por ONGs do setor e pela OAB será enviado ao tribunal. Ele refletirá o caos encontrado por essas entidades numa visita feita ao presídio há dez dias. Em dezembro, a Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) já havia advertido o Brasil a tomar providências em relação ao presídio. Aquela foi uma reação ao assassinato de 60 presos de Pedrinhas ocorridos em 2013. Neste ano, já foram mais onze.
Fonte: Bahia na Política

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pelo país, 23% dos conselheiros dos TCE's respondem ações na Justiça

Maior parte deles é escolhida por critérios políticos
Os Tribunais de Contas dos Estados (TCEs) são responsáveis por examinar os gastos dos agentes públicos, apontar irregularidades e superfaturamentos em obras e serviços, e tentar evitar que recursos governamentais sejam desperdiçados. Com o advento da Lei da Ficha Limpa, esses órgãos passaram a ter uma responsabilidade ainda maior, uma vez que lhes compete encaminhar aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) a relação de administradores que tiveram as contas com parecer negativo — o que pode impedi-los de se candidatar a cargos eletivos. Mas toda essa austeridade para o público externo nem sempre se verifica entre os próprios conselheiros.
A maior parte deles é escolhida por critérios políticos; muitos têm parentes importantes, e há pelo menos dez casos em que a Justiça os afastou da função após descobrir irregularidades, proibindo-os em alguns casos até mesmo de passar a menos de 100 metros da instituição que deveria zelar pela boa aplicação do dinheiro público. São esses tribunais e conselheiros que cuidarão das contas dos 27 governadores eleitos neste ano e das Assembleias Legislativas, que, juntas, têm 1.080 deputados estaduais. Embora não avaliem as contas individuais desses parlamentares, os conselheiros são responsáveis por aferir os gastos do Legislativo, além dos Tribunais de Justiça e dos Ministérios Públicos.

Pesquisa realizada pela ONG Transparência Brasil aponta que 44 conselheiros (23%) respondem a ações na Justiça ou até tiveram contas rejeitadas. Além do subsídio de R$ 26.589 e da vitaliciedade no cargo, os que obtêm uma cadeira em um tribunal de contas têm direito a carro com motorista, diárias, e, em alguns casos, verba para aluguel e até 14º e 15º salários.
A Transparência Brasil demonstrou, no mesmo levantamento, que essas máquinas custam caro ao contribuinte. Há situações, de acordo com a pesquisa, em que os gastos com os tribunais correspondem a 87% do orçamento da Assembleia Legislativa do estado. É o caso, por exemplo, do Rio de Janeiro. O orçamento para 2014 desta é de R$ 681,5 milhões, e o do TCE, R$ 593 milhões. O Amazonas vive situação semelhante. Enquanto a Assembleia tem gasto estimado em R$ 222,8 milhões, o TCE tem uma verba de R$ 185,6 milhões (83%).

Os 27 TCEs mantêm 189 conselheiros — 2/3 indicados pelo Legislativo, e 1/3 pelo Executivo. O Tribunal de Contas da União (TCU) tem nove ministros e cuida da prestação de contas do presidente, do Congresso e da administração direta e indireta. A maior parte dos indicados para os tribunais de contas é de ex-deputados, ex-secretários ou parentes. Por imposição constitucional, somente 54 são indicações mais técnicas, de servidores de carreira dos próprios tribunais e do Ministério Público.
Cientes das críticas que parte da sociedade dirige aos TCEs, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon) se reúne no mês que vem, em Fortaleza, para discutir propostas de mudanças no funcionamento desses tribunais. Uma das ideias é exigir a aplicação da Lei da Ficha Limpa para os novos conselheiros e que haja quórum qualificado para a votação dos indicados — hoje, isso ocorre por maioria simples.

Apesar de a Constituição de 1988 exigir dos candidatos a conselheiros “idoneidade moral”, “reputação ilibada”, “notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública”, o que se nota é que essas atribuições são letras mortas nos momentos das indicações. Entre os que ocupam cargo nos TCEs, há um condenado por homicídio — que já cumpriu a pena —, acusados de corrupção passiva, falsidade ideológica, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e por aí vai. Esse currículo, que impediria a posse de qualquer candidato ao serviço público, nem sempre é levado em consideração quando o escolhido para o cargo de julgador das contas públicas é um político, amigo de poderosos.
Em Alagoas, por exemplo, segundo o levantamento do Transparência Brasil, o conselheiro Luiz Eustáquio Toledo foi condenado a seis anos de prisão por matar a própria mulher. No Rio, os conselheiros José Gomes Graciosa e Jonas Lopes de Carvalho Júnior respondem a ações penais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por corrupção passiva. Em Rondônia, o ex-deputado estadual Francisco Carvalho da Silva, o Chico Paraíba, foi pego na Operação Dominó, da Polícia Federal, que acusou diversos parlamentares do estado, em 2006, de desviarem R$ 70 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa por meio de contratos falsos.

DECISÃO JUDICIAL AFASTA CONSELHEIROS - Os problemas com a Justiça não ficam apenas na tramitação fria dos processos. Em alguns casos, os indícios de irregularidades são tão flagrantes que os conselheiros foram afastados de suas funções e proibidos de pisar no TCE. O Amapá é o caso mais notório. Cinco dos sete conselheiros titulares permanecem em casa, por ordem judicial. O ex-presidente da instituição, José Júlio de Miranda Coelho, além de ser apontado pelo Ministério Público Federal como um dos responsáveis por desvios milionários dos cofres do próprio tribunal, também foi flagrado em conversas telefônicas nas quais negocia com uma mulher encontros sexuais com a filha dela, de 14 anos.
No Mato Grosso, o conselheiro Humberto Melo Bosaipo foi afastado do cargo por decisão judicial. Ele responde a pelo menos oito ações penais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por peculato e lavagem de dinheiro. Um outro membro do tribunal, o conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, é acusado de comprar a vaga de outro colega, pagando R$ 4 milhões por isso. Ele nega.

Também em Alagoas, a vice-presidente do TCE, Rosa Maria Ribeiro de Albuquerque, é irmã do vice-presidente da Assembleia Legislativa, Antonio Albuquerque (PTdoB). O Ministério Público aponta o deputado como o chefe da organização criminosa que teria desviado recursos públicos da assembleia. Rosa Maria trabalhou com o irmão, que também empregou outros parentes na Casa, e por pouco não foi beneficiada por um ato dele. O deputado tentou tornar definitivas as nomeações dos parentes, inclusive de Rosa Maria, que se tornariam funcionários efetivos sem concurso público, mas uma ação do Ministério Público impediu a manobra.
Os conselheiros vivem num mundo onde podem dizer o que é certo e o que é errado na ação de terceiros. Não raras vezes, menosprezam os trabalhos realizados por técnicos, que apontam superfaturamento de preços ou outras irregularidades, e acabam decidindo politicamente. Embora não tenham o poder de condenar ninguém — a palavra final sobre a rejeição de contas é sempre do Legislativo —, eles equiparam-se a magistrados, sendo beneficiados pela Lei da Magistratura.

A transparência, que deveria ser regra básica nos sites dessas instituições, na verdade é exceção. Em São Paulo, por exemplo, nem mesmo o currículo dos conselheiros se pode consultar. No Rio, não é possível consultar a folha de pagamento nominal para saber quanto cada um recebe. No Tocantins, os relatórios anuais sobre a vida financeira do TCE pararam em 2011. Em Alagoas, se o cidadão quiser saber dos gastos com diárias dos membros do tribunal de contas, terá de recorrer à Assembleia Legislativa.

Próxima STJ investiga suposta venda de aprovação de contrato no TCE-RJ. Arruda evita imprensa e faz campanha silenciosa no Distrito Federal.

Fonte: O Globo


PRE/MA conclui lista de impugnações de candidaturas para as eleições de 2014

No total, foram feitas 23 impugnações, maioria corresponde á lei da Ficha Limpa

A Procuradoria Regional Eleitoral do Maranhão (PRE/MA) concluiu a lista com os nomes dos 23 candidatos impugnados. Cada candidato tem o prazo de sete dias, depois da notificação, para recorrer. Todas as impugnações deverão ser julgadas até dia 21 de agosto, 45 dias antes da eleição.

O último nome acrescido á lista foi o de Hildon Marques, que teve contas públicas rejeitadas pelo Tribunal de contas da União (TCU) e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Assim como Hildon Marques, a maioria dos 23 candidatos impugnados pela PRE/MA foi com base na Lei da Ficha Limpa.


Ascom PRE-MA

sábado, 19 de julho de 2014

TV Guará divulga resultado de pesquisa para deputado estadual e federal

A TV Guará e o Instituto Exata realizaram a segunda pesquisa de intenções de voto das Eleições 2014. A pesquisa dá continuidade à ampla cobertura sobre a disputa eleitoral. Foram percorridos 45 municípios maranhenses nas seis regiões do estado entre os dias 10 e 15 de julho e foram ouvidas 1.400 pessoas, logo após a confirmação do registro de todas candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Além de sondar a disputa para governador do estado, a Pesquisa TV Guará/Exata também quis saber as intenções de votos para presidente, senador, deputado federal e deputado estadual. Todos os cenários pesquisados têm margem de erro de 3,2%; para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR-00223/2014 e no Tribunal Regional Eleitoral, com o número MA-00022/2014.

Nesta nova pesquisa a TV Guará sai na frente novamente na cobertura das eleições deste ano, pois a emissora é o primeiro veículo de comunicação a mostrar como anda a corrida eleitoral para a Câmara Federal. Neste ano são 529 candidatos a deputado estadual, que disputarão 42 vagas e 254 candidatos a deputado federal que concorrem a 17 vagas.

A pesquisa espontânea perguntou, "se as eleições para Deputado Estadual fossem hoje, em quem o Sr(a) votaria?

Rigo Teles
Camilo Figueiredo
Roberto Costa
Eduardo Braga
Luciano Genésio
Paulo Neto
Dr. Levi
César Pires
Fábio Gentil
Fábio Braga
Patrícia Vieira
Rildo Amaral
Jaimezinho Ferreira
Stênio Rezende
Neto Evangelista
Juscelino Oliveira
Léo Cunha
Valéria Macêdo
Marcos Caldas
Welligton
Bira do Pindaré
Raimundo Cutrim
Danúbia
Raimundo Louro
Cleide Coutinho
Adriano Sarney
Professor Milton
Manoel Ribeiro
J. Pinto
Ana do Gás
Nonato Aragão
Hélio Soares
Humberto Coutinho
Catulézinho
Irmão Leal
Alexandre Almeida
Dr. Tomaz
Magno Bacelar
Telma Pinheiro
João Batista
Alberto Franco

A pesquisa espontânea perguntou, "se as eleições para Deputado Federal fossem hoje, em quem o Sr(a) votaria?

Dutra
Paulo Marinho Júnior
Alberto Filho
Júnior Marreca
Sarney Filho
Davi Filho
Ricardinho Acher
Victor Mendes
João Castelo
Dr. Talvani
Simplício Araújo
Deoclides Macêdo
Mercial Arruda
Eliziane Gama
Waldir Maranhão
Cléber Verde
Hildo Rocha
Luana
Dr. Mário Braga
Pedro Bello
Jansen Francen
Professor Francisco
Chiquinho Escórcio
Rosângela Curado
Ildo Marques
Nonato Baleco
Raimundo Carvalho
Costa Ferreira
Zé Reinaldo Tavares

Fonte: TV Guará


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Flávio Dino aparece com 54% das intenções de voto e Edinho com 25%, em pesquisa da TV Guará

A TV Guará e o Instituto Exata realizaram a segunda pesquisa de intenções de voto das Eleições 2014. A pesquisa dá continuidade à ampla cobertura sobre a disputa eleitoral. Foram percorridos 45 municípios maranhenses nas seis regiões do estado entre os dias 10 e 15 de julho e foram ouvidas 1.400 pessoas, logo após a confirmação do registro de todas candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Além de sondar a disputa para governador do estado, a Pesquisa TV Guará/Exata também quis saber as intenções de votos para presidente e senador. Todos os cenários pesquisados têm margem de erro de 3,2%; para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR-00223/2014 e no Tribunal Regional Eleitoral, com o número MA-00022/2014.
Na corrida pelo Governo do Maranhão, o candidato Flávio Dino, da Coligação Todos Pelo Maranhão, mantém ampla vantagem em todos os cenários sobre o segundo colocado Lobão Filho, da coligação Pra Frente Maranhão.
SENADO - Com a definição dos candidatos a única vaga de senador a disputa está acirrada. Roberto Rocha (PSB) tem vantagem de 6 pontos percentuais sobre Gastão Vieira (PMDB), que tem 22% das intenções de voto. A surpresa foi o candidato Marcos Silva, do PSTU, que aparece com 9% das intenções de voto, praticamente empatado com Haroldo Sabóia (PSOL), que têm 10%.
PRESIDÊNCIA - No cenário presidencial houve uma queda de nove pontos percentuais da presidente Dilma Rousseff, do PT. Agora a presidente aparece com 57% das intenções de voto. Já o candidato Aécio Neves, do PSDB, subiu 6 pontos percentuais e aparece com 16%. Quem também caiu foi o candidato Eduardo Campos que antes tinha 10% das intenções de votos e agora aparece com 8%. 
Fonte: TV Guará

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Justiça Federal autoriza transferências ao Fundema

O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, desembargador federal Cândido Ribeiro, deferiu hoje (17) pedido protocolado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) do Maranhão, e cassou os efeitos de liminar concedida há duas semanas pelo  juiz federal Jorge Ferraz de Oliveira Júnior (reveja), titular da 5ª Vara da Justiça Federal no Maranhão, para suspender qualquer transferência de recursos obtidos pelo Estado a partir de empréstimo do BNDES ao Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (Fundema).

O Fundo foi criado após votação na Assembleia Legislativa para viabilizar a transferência de recursos oriundos de empréstimos a municípios maranhenses. Segundo o escopo da mensagem governamental que encaminhou o projeto à Casa, o objetivo é “atender às suas demandas de investimento de capital”.
Na ação em que pediu a cassação da liminar, o Estado alegou que o Fundema fora criado legalmente, que até deputados da oposição votaram a favor dele e que a decisão do juízo de primeiro grau configurava-se em ingerência do Poder Judiciário sobre o Executivo.

Para Cândido Ribeiro, “parece precipitada a interferência jurisdicional para impedir a transferência de recursos ou estornos de recursos porventura repassados”. Ele considerou “mera suposição” a alegação dos oposicionistas de que recursos do BNDES repassados ao Fundema poderiam, porventura, ser utilizados para fins eleitoreiros.

“É importante consignar [...] que a mera suposição de que os recursos podem ser utilizados ‘com fins eleitoreiros’ não pode motivar a paralisação de atividades da Administração Pública. Desse modo, evidenciada, neste momento, a indevida interferência do Poder Judiciário nas atribuições do Poder Público, inviabilizado a consecução de seus objetivos e de política pública relacionada ao desenvolvimento dos municípios do Estado do Maranhão, há a necessidade de expungir-se risco maior aos bens protegidos pela medida de contracautela ora requerida”, despachou.

Fonte: Gilberto Léda


Guardas municipais ganham poder de polícia e podem usar arma de fogo

Categoria comemora regulamentação da carreira
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial.
De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.

O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.
Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.

O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Esse consórcio poderá ficar encarregado também da capacitação dos integrantes da guarda municipal compartilhada. Todos os guardas deverão passar por esse tipo de capacitação e currículo compatível com a atividade.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), parabenizou guardas municipais que desde cedo aguardavam a votação em Plenário. O projeto tramitou mais de dez anos no Congresso. Ela ressaltou que a aprovação do estatuto colabora para melhorar a segurança da população.
Gleisi explicou que aceitou emenda de redação do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para definir as competências das guardas municipais e das outras forças policiais.

A aprovação também foi saudada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Para ele, o estatuto colabora para a manutenção da ordem e da segurança em várias regiões do país.
Antes de concluir a votação do projeto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que sua aprovação representa um avanço e defendeu a alocação de mais recursos para a área de segurança pública.

Agência Senado