quinta-feira, 17 de julho de 2014

Conheça todos os candidatos a governador de todos os Estados

Do total, 18 governadores eleitos em 2010 tentam um segundo mandato.

Eleições 2014: neste ano, 171 candidatos as cargos de governador e vice-governador disputam a preferência do eleitorado em todo o país, segundo dados preliminares do sistema de divulgação de candidaturas (Divulgacand) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Do total, 18 governadores eleitos em 2010 tentam um segundo mandato. Todas as candidaturas aguardam julgamento.

O Brasil possui um sistema federativo, constituindo um Estado composto divisível em partes internas (ou seja, Unidades da Federação, UFs) reunidas entre si por um vínculo de sociedade. A República Federativa do Brasil é formada pela união de 26 Estados federados e, ainda, pelo Distrito Federal – território onde está localizada a capital federal, Brasília.
O cargo de governador é o mais elevado em cada UF, que representa a autoridade máxima do Poder Executivo. É eleito com periodicidade de quatro anos, com metade mais um dos votos válidos obtidos no primeiro turno ou pela maioria dos votos válidos no segundo turno. Já o vice-governador é encarregado de substituir o governador caso esse renuncie sua posição, seja afastado do poder ou precise afastar-se do cargo temporariamente.

Abaixo, a lista dos candidatos a governador e vice-governador em todos os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal:

Acre
Antônio da Cruz da Rocha Alves (Psol) – Vice: Daniscleia Mendonça Nogueira (Psol);
Márcio Miguel Bittar (PSDB, coligação "Por um Acre melhor) – Vice: Antônia Rojas Sales (PMDB);
Sebastião Afonso Viana Macedo Neves, que concorre à reeleição (PT, cologação "Frente popular do Acre") – Vice: Maria Nazareth Mello de Araújo Lambert (PT);
Sebastião Bocalom Rodrigues (DEM, coligação "Produzir para empregar") – Vice: Henrique Afonso Soares Lima (PV).

Alagoas
Adroaldo Freitas Goulart Filho (PEN) – Vice: Miguel Bulhoes Pessoa (PEN);
Benedito de Lira (PP, coligação "Juntos com o povo pela melhoria de Alagoas") – Vice: Alexandre de Melo Toledo (PSB);
Eduardo Tavares Mendes (PSDB, coligação "Um novo jeito de fazer) – Vice: Gilvan Gomes Barros (PSDB);
Golbery Luiz Lessa de Moura (PCB) – Vice: Fernando Antônio Mesquita de Medeiros (PCB);
Jeferson Piones da Silva (PRTB, coligação "Caminhando com o povo") – Vice: James Jorge Soares Silva (PRTB);
Joathas Lins de Albuquerque (PTC) – Vice: Marineide Messias da Silva (PTC);
José Renan Vasconcelos Calheiros Filho (PMDB, coligação "Com o povo pra Alagoas mudar") – Vice: José Luciano Barbosa da Silva (PMDB);
Luciano Balbino dos Santos (PTN) – Vice: Péricles Antônio Cabral da Silva (PTN);
Mário Agra Júnior (Psol, coligação "Frente de esquerda de Alagoas") – Vice: Paulo Roberto dos Santos (PSTU).

Amapá
Antônio Waldez Góes da Silva (PDT, coligação "A força do povo") – Vice: João Bosco Papaléo Paes (PP);
Bruno Manoel Rezende (PTdoB, coligação "Unidos pelo Amapá que queremos") – Vice: Aline Paranhos Varonil Gurgel (PT);
Carlos Camilo Góes Capiberibe, que concorre à reeleição (PSB, coligação "Frente popular a favor do Amapá") – Vice: Carlos Rinaldo Nogueira Martins (Psol);
Décio Araújo Gomes (PCB) – Vice; Paulo Sérgio de Souza Gaia (PCB);
Genival Cruz de Araújo (PSTU) – Vice; Wilamo de Sousa Barbosa (PSTU);
Jorge Emanoel Amanajas Cardoso (PPS), coligação "O futuro começa agora") – Vice; Daiana Ronieli Ramos dos Santos (PMN);
Luiz Cantuaria Barreto (PSD, coligação "Juntos pelo desenvolvimento pela paz e pela vida") – Vice; Jorge Wagner Costa Gomes (SD).

Amazonas
Abel Rodrigues Alves (PSol) – Vice: Mário Lucio da Silva (Psol);
Carlos Eduardo de Souza Braga (PMDB, coligação "Renovação e experiência") – Vice: Rebecca Martins Garcia (PP);
Herbert Amazonas Massulo (PSTU) – Vice: Gilberto Vasconcelos da Silva (PSTU);
José Melo de Oliveira, que concorre à reeleição (Pros, coligação "Fazendo mais por nossa gente") – Vice: José Henrique Oliveira (SD);
Luiz Manoel Navarro (PCB) – Vice: Francisco Pereira Castelo (PCB);
Marcelo Ramos Rodrigues (PSB) – Vice: Júnior César Brasil de Moraes (PSB);
Marco Antônio Souza Ribeiro da Costa (PMN) – Vice: Luís Gustavo Frank Braz (PMN).

Bahia
Lidice da Mata e Souza (PSB, coligação "Um novo caminho para a Bahia") – Vice: Eduardo Lima Vasconcelos (PSB);
Marcos Antônio Guimarães Mendes (Psol) – Vice: Ronaldo Santos Silva (Psol);
Paulo Ganem Souto (DEM, coligação "Unidos pela Bahia") – Vice: Joaci Fonseca de Goes (PSDB);
Renata Mallet Guena (PSTU) – Vice: Carlos José Bispo do Nascimento (PSTU);
Rogério Tadeu da Luz (PRTB, coligação "Por uma Bahia livre e justa) – Vice: Antônio Gomes de Andrade Neto (PRTB);
Rui Costa dos Santos (PT, coligação "Pra Bahia mudar mais") – Vice: João Felipe de Souza Leão (PP).

Ceará
Ailton Claecio Lopes Dantas (Psol, coligação "Frente de esquerda socialista") – Vice: Benedito Oliveira Viana (PCB);
Camilo Sobreira de Santana (PT, coligação "''Para o Ceará seguir mudando") – Vice: Maria Izolda Cela de Arruda Coelho (Pros);
Eliane Novaes Eleuterio Teixeira (PSB) – Vice: Leonardo de Bayma Rebouças (PSB);
Eunício Lopes de Oliveira (PMDB, coligação "Ceará de todos" – Vice: Roberto Soares Pessoa (PR).

Distrito Federal
Agnelo Santos Queiroz Filho, que concorre à reeleição (PT, coligação "Respeito por Brasília) – Vice: Nelson Tadeu Filippelli (PT);
Antônio Carlos de Andrade (Psol, coligação "Frente de esquerda") – Vice: Antônio Ricardo Martins Guillen (PSTU);
José Roberto Arruda (PR, coligação "União e força") – Vice: Jofran Frejat (PR) após renúncia de Eliana Maria Passos Pedrosa (PPS);
Luiz Carlos Pietschmann (PSDB, coligação "Seriedade para mudar") – Vice: Adão Cândido Lopes dos Santos (PPS);
Percilliane Marrara Silva (PCO) – Vice: Gilson Vasconcelos Dobbin (PCO);
Rodrigo Sobral Rollemberg (PSB, coligação "Somos todos Brasília") – Vice: Renato Santana da Silva (PSD).

Espírito Santo
Camila Costa Valadão (Psol) – Vice: Wilson Jesus Lucas Júnior (Psol);
José Renato Casagrande, que concorre à reeleição (PSB, coligação "Pra frente Espírito Fanto") – Vice: Fabrício Gandine Aquino (PPS);
Mauro Ribeiro (PCB, coligação "Frente classista e socialista") – Vice: Aurélio Carlos Marques de Moura (PCB);
Paulo César Hartung Gomes (PMDB, coligação "O Espirito Santo pode muito mais") – Vice: César Roberto Colnaghi (PSDB);
Roberto Carlos Teles Braga (PT, coligação "Com a força do povo capixaba") – Vice: Célia Maria Vilela Tavares (PT);

Goiás
Alexandre Silva de Magalhães (PSDC) – Vice: Rodrigo Adorno Noleto (PSDC);
Antônio Roberto Otoni Gomide (PT) – Vice: Tayrone de Martino Gomes (PT);
Íris Rezende Machado (PMDB, coligação "Amor por Goiás”) – Vice: Armando Vergílio dos Santos Júnior (SD);
Marconi Ferreira Perillo Júnior, que concorre à reeleição (PSDB , coligação "Garantia de um futuro melhor para Goiás") – Vice: José Eliton de Figueredo Júnior (PP);
Marta Jane da Silva (PDB, coligação "Construindo o poder popular: Goiás para os trabalhadores") – Vice: Felipe Rodrigo Nicknig (PSTU);
Vanderlan Vieira Cardoso (PSB, coligação "Participação popular") – Vice: Alcides Ribeiro Filho (PSC);
Weslei Garcia de Paulo (Psol) – Vice: Cíntia Aparecida Dias (Psol).

MARANHÃO
Edison Lobão Filho (PMDB, coligação "Pra frente Maranhão") – Vice: Antônio Arnaldo Alves de Melo (PMDB);
Flávio Dino de Castro e Sosta (PCdoB, coligação "Todos pelo Maranhão") – Vice: Carlos Orleans Brandão Júnior (PSDB);
José Luís Teixeira do Lago Neto (PPL) – Vice: Cristiana Jansen de Mello Fonseca (PPL);
Josivaldo Correa Silva (PCB) – Vice: Francinaldo Leite (PCB);
Luís Antônio Câmara Pedrosa (Psol) – Vice: Odivio da Silva Rezende Neto (Psol);
Saulo Costa Arcangeli (PSTU) – Vice: Ana Paula de Albuquerque Martins (PSTU).

Mato Grosso
José Marcondes dos Santos Neto (PHS, coligação "Mobilizar e humanizar") – Vice: Elves Marques Carvalho (PHS);
José Geraldo Riva (PSD, coligação "Viva Mato Grosso") – Vice: Aray Carlos da Fonseca Filho (PSD);
José Pedro Gonçalves Taques (PDT, coligação "Coragem e atitude pra mudar") – Vice: Carlos Henrique Baqueta Fávaro (PP);
José Roberto de Freitas Cavalcante (Psol) – Vice: Marco Natale (Psol);
Lúdio Frank Mendes Cabral (PT, coligação "Amor a nossa gente") – Vice: Aparecida Maria Borges Bezerra (PMDB).

Mato Grosso do Sul
Delcídio do Amaral Gomez (PT, coligação "Mato Grosso do Sul com a força de todos") – Vice: Londres Machado (PR);
Evander José Vendramini Duran (PP) – Vice: Virginia Marta Magrini (PP);
Marco Antônio Oliva Monje (PSTU) – Vice: Suél Ferranti da Silva (PSTU);
Nelson Trad Filho (PMDB, coligação "MS cada vez melhor") – Vice: Janete Souza Morais (PSD);
Reinaldo Azambuja Silva (PSDB, coligação "Novo tempo") – Vice: Rosiane Modesto de Oliveira (PSDB);
Sidelvar Aparecido de Melo (Psol) – Vice: Waldely Vaneli (Psol).

Minas Gerais
André Antônio Alves (PHS, coligação "+Minas") – Vice: Juares de Souza Ferreira (PTdoB);
Cleide Donária de Oliveira (PCO) – Vice: Adilson Rosa dos Santos (PCO);
Eduardo Ferreira de Souza (PSDC) – Vice: Raimundo Nonato Cardoso (PSDC);
Fernando Damata Pimentel (PT, coligação "Minas pra você") – Vice: Antônio Eustáquio Andrade Ferreira (PMDB);
Fidélis Oliveira Alcântara (Psol, coligação "Frente de esquerda socialista") – Vice: Victória de Fátima de Mello (PSTU);
João Pimenta da Veiga Filho (PSDB, coligação "Todos por Minas") – Vice: Dinis Antônio Pinheiro (PP);
Raimundo Tarcísio Delgado (PSB, coligação "Minas quer mudança") – Vice: Silvia Dorvina Dias Reis (PRTB);
Túlio César Dias Lopes (PCB) – Vice: Roberto Williams Moyses Auad (PCB).

Pará
Elton de Barros Braga (PRTB) – Vice: Jorge Carlos Gonçalves Vasconcelos (PRTB);
Helder Zahluth Barbalho (PMDB, coligação "Todos pelo Pará") – Vice: Joaquim de Lira Maia (DEM);
José Carlos Lima da Costa (PV) – Vice: Raimundo Menezes Salame (PV);
Marco Antônio Nascimento Ramos (PCB) – Vice: Luís Alberto Menezes da Silva (PCB);
Marco Antônio Carrera Ferreira (Psol, coligação "Frente de esquerda – mudança pra valer") – Vice: Benedita Duarte do Amaral (PSTU);
Simão Robison Oliveira Jatene, que concorre à reeleição (PSDB, coligação "Juntos com o povo") – Vice: José da Cruz Marinho (PSC).

Paraíba
Antônio Ferreira Lima Neto (PSTU) – Vice: Lena Leite Dias (PSTU);
Cássio Rodrigues da Cunha Lima (PSDB, coligação "A vontade do povo") – Vice: Ruy Manuel Carneiro Darbosa de Aca Belchior (PSDB);
Fábio Rodrigues de Oliveira (Pros) – Vice: Olavo de Souza Lima Filho (Pros);
Ricardo Vieira Coutinho, que concorre à reeleição (PSB, coligação "A força do trabalho") – Vice: Ana Lígia Costa Feliciano (PDT);
Tárcio Holanda Teixeira (Psol) – Vice: Marcos Antônio de Oliveira Dias (Psol);
Vital do Rêgo Filho (PMDB, coligação "Renovação de verdade") – Vice: Antônio Roberto de Sousa Paulino (PMDB).

Paraná
Bernardo Seixas Pilotto (Psol) – Vice: Maicon Fernando Palagano (Psol);
Carlos Alberto Richa, que concorre à reeleição (PSDB, coligação "Todos pelo Paraná") – Vice: Maria Aparecida Borghetti (Pros);
Geonisio César Narinho (PRTB) – Vice: Rodrigo Carlo Sottile (PRTB);
Gleisi Helena Hoffmann (PT, coligação "Paraná olhando pra frente") – Vice: Haroldo Rodrigues Ferreira (PDT);
Ogier Alberge Buchi (PRP) – Vice: Valfredo Dzazio (PRP);
Roberto Requiâo de Mello e Silva (PMDB, coligação "Paraná com governo") – Vice: Cleusa Rosane Ribas Ferreira (PV);
Rodrigo Tomazini Dias (PSTU) – Vice: Érika Luciana Andreassy (PSTU);
Túlio Marcelo Dening Bandeira (PTC) – Vice: Ulisses Sabino Nogueira (PTC).

Pernambuco
Armando de Queiroz Monteiro Neto (PTB, coligação "Pernambuco vai mais longe") – Vice: Paulo Rubem Santiago Ferreira (PDT);
Jair Pedro da Silva (PSTU) – Vice: Kátia Maria da Silva Telles (PSTU);
José Carlos Pantaleão da Silva (PCO) – Vice: Silvio Santos Pereira Lima (PCO);
José Gomes de Sá Neto (Psol, coligação "Mobilização por poder popular") – Vice: Viviane Benevides Cruz do Nascimento (PMN);
José Miguel Neto (Psol) – Vice: Francisco Moizeis Alves Júnior (Psol);
Miguel Anacleto da Silva Júnior (PCB) – Vice: Délio Mendes da Fonseca e Silva Filho (PCB);
Paulo Henrique Saraiva Câmara (PSB, coligação "Frente popular de Pernambuco") – Vice: Raul Jean Louis Henry Júnior (PMDB).

Piauí
Antônio José de Moraes Souza Filho, que concorre à reeleição (PMDB, coligação "Piauí no coração") – Vice: Silvio Mendes de Oliveira Filho (PSDB);
Daniel Vasconcelos Solon (PSTU) – Vice: Solimar Silva (PSTU);
Francisco de Assis Moraes Souza (PSC) – Vice: Nilfranio Ribeiro Nascimento (PSC);
José Wellington Barroso de Araújo Dias (PT, coligação "A vitória com a força do povo") – Vice: Margarete de Castro Coelho (PP);
Maklandel Aquino Matos (Psol, coligação "O poder popular na construção do socialismo") – Vice: José Romualdo Lopes de Sousa (Psol);
Maria de Lourdes Soares Melo (PCO) – Vice: Cloves José dos Santos (PCO);
Nilo Carvalho Neto (PPL) – Vice: Rejane Maria Linhares Araújo Palácio (PPL).

Rio de Janeiro
Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira (PR, coligação "Aliança republicana e trabalhista") – Vice: Márcio Barreto dos Santos Garcia (PR);
Dayse Oliveira Gomes (PSTU) – Vice: Marília Paula Macedo (PSTU);
Luiz Fernando de Souza, que concorre à reeleição (PMDB, coligação "O Rio em 1º lugar") – Vice: Francisco Oswaldo Neves Dornelles (PP);
Luiz Lindbergh Farias Filho (PT, coligação "Frente popular") – Vice: Roberto Wagner Rocco (PV);
Marcelo Bezerra Crivella (PRB) – Vice: José Alberto da Costa Abreu (PRB);
Ney de Souza Nunes (PCB) – Vice: Heitor César Ribeiro de Oliveira (PCB);
Tarcísio Motta de Carvalho (Psol) – Vice: José Renato Gomes da Costa (Psol);

Rio Grande do Norte
Araken Barbosa de Farias Filho (PSL) – Vice: Paulo Roberto de Oliveira (PSL);
Henrique Eduardo Lyra Alves (PMDB, coligação "União pela mudança") – Vice: João da Silva Maia (PR);
Robinson Mesquita de Faria (PSD, coligação "Liderados pelo povo") – Vice: Fábio Berckmans Veras Dantas (PCdoB);
Robério Paulino Rodrigues (Psol) – Vice: Antônio Ronaldo Gomes Garcia (Psol);
Verônica Simone Dutra Veras (PSTU) – Vice: Maria do Socorro Alves Ribeiro Sousa (PSTU).

Rio Grande do Sul
Ana Amélia de Lemos (PP, coligação "Esperança que une o Rio Grande") – Vice: Jorge Antônio Dornelles Carpes (SD);
Carlos Eduardo Vieira da Cunha (PDT, coligação "O Rio Grande merece mais") – Vice: Flávio José Gomes (PSC);
Carlos Roberto de Souza Robaina (Psol, coligação "Frente de esquerda") – Vice: Gabrielle da Silva Tolotti (Psol);
Edison Estivalete Bilhalva (PRTB) – Vice: Hermes Aloísio Silva de Souza (PRTB);
Humberto Setembrino Correa Carvalho (PCB) – Vice: Nubem Airton Cabral Medeiros (PCB);
João Carlos Mendonça Rodrigues (PMN) – Vice: Roberto Vilodre de Souza (PMN);
José Ivo Sartori (PMDB, coligação "O novo caminho para o Rio Grande") – Vice: José Paulo Dornelles Cairoli (PSD);
Tarso Fernando Herz Genro, que concorre à reeleição (PT, coligação "Unidade popular pelo Rio Grande”) – Vice: Dilce Abgail Rodrigues Pereira (PCdoB).

Rondônia
Confúcio Aires Moura, que concorre à reeleição (PMDB, coligação "Rondônia no caminho certo") – Vice: Daniel Pereira (PSB);
Dirlaine Jaqueline Cassol (PR, coligação "O respeito está de volta") – Vice: Carlos Magno Ramos (PP);
Expedito Gonçalves Ferreira Júnior (PSDB, coligação "Frente muda Rondônia") – Vice: Neodi Carlos Francisco de Oliveira (PSDC);
Mariton Benedito de Holanda (PT) – Vice: Maria de Fátima Ferreira de Oliveira Rosilho (PT);
Nascimento Antônio da Silva (Psol, coligação "Frente de esquerda") – Vice: Maria Reginilce Ribeiro (Psol).

Roraima
Ângela Maria Gomes Portela (PT, coligação "É pra frente que se anda") – Vice: Alexandre Alberto Henklain Fonseca (PDT);
Francisco de Assis Rodrigues, que concorre à reeleição (PSB, coligação "Roraima unida") – Vice: Rodrigo de Holanda Menezes Jucá (PMDB);
Hamilton Castro Cavalcante (Psol, coligação "Alternativa de esquerda para Roraima") – Vice: Luiz Wallace Barreto Brasil (Psol);
Neudo Ribeiro Campos (PP, coligação "Salve Roraima") – Vice: Paulo César Justo Quartiero (DEM).

Santa Catarina
Afrânio Tadeu Boppré (Psol) – Vice: Armindo Maria (Psol);
Cláudio Antônio Vignatti (PT) – Vice: Thiago da Silva Morastoni (PT);
Elpídio Ribeiro Neves (PRP) – Vice: Nilton José da Silva (PRP);
Gilmar Salgado dos Santos (PSTU) – Vice: Cíntia dos Santos de Oliveira (PSTU);
Janaina Conceição Deitos (PPL, coligação "Coragem e compromisso a Santa Catarina") – Vice: Norberto Alves Pereira (PMN);
João Raimundo Colombo, que concorre à reeleição (PSD, coligação "Santa Catarina em primeiro lugar") – Vice: Eduardo Pinho Moreira (PMDB);
Marlene de Souza Soccas Sazan (PCB) – Vice: Valdelir Luiz (PCB);
Paulo Roberto Bauer (PSDB, coligação "Muda Brasil, muda Santa Catarina”) – Vice: Joares Carlos Ponticelli (PP).

São Paulo
Alexandre Rocha Santos Padilha (PT, coligação "Para mudar de verdade") – Vice: Nivaldo Santana Silva (PCdoB);
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, que concorre à reeleição (PSDB, coligação "Aqui é São Paulo") – Vice: Márcio Luiz França Gomes (PSB);
Gilberto Maringoni de Oliveira (Psol, coligação "Frente de esquerda") – Vice: Maria Hildete Gonçalves Nepomuceno Rezende (Psol);
Gilberto Tanos Natalini (PV) – Vice: Maria Lúcia Lopes da Fonseca Haidar (PV);
Laércio Benko Lopes (PHS, coligação "Unidos por São Paulo") – Vice: Sérgio Contente (PHS);
Paulo Antônio Skaf (PMDB, coligação "São Paulo quer o melhor") – Vice: José Roberto Batochio (PDT);
Raimundo Sena de Jesus (PCO) – Vice: Ulisses Mendes Coelho (PCO);
Wagner José Gonçalves Farias (PCB) – Vice: Ivan Barbosa Hermine (PCB);
Walter Paiva Ciglioni (PRTB) – Vice: Marcelo Ayres Duarte (PRTB).

Sergipe
Airton Costa Santos (PPL) – Vice: José Vieira da Silva Filho (PPL);
Alberto dos Santos (PTN) – Vice: José Wellington de Oliveira (PTN);
Eduardo Alves do Amorim (PSC, coligação "Agora sim") – Vice: Augusto do Prado Franco Neto (PSDB);
Jackson Barreto de Lima, que concorre à reeleição (PMDB, coligação "Agora é o povo") – Vice: Belivaldo Chagas Silva (PSB);
Sônia Meire Santos Azevedo de Jesus (Psol, coligação "Frente de esquerda – lutar para transformar Sergipe") – Vice: Paulo Roberto dos Santos Aguiar (PSTU).

Tocantins
Ataídes de Oliveira (Pros, coligação "Reage Tocantins") – Vice: Cínthia Alves Caetano Ribeiro (PTN);
Carlos Potengy Barbosa Ribeiro (PCB) – Vice: Evanilde Gomes Ferreira (PCB);
Joaquim Rocha Pereira (Psol) – Vice: Derisvan Bezerra da Silva (Psol);
Luís Cláudio Barroso (PRTB) – Vice: Odethe Catumbia Pinto dos Santos (PRTB);
Marcelo de Carvalho Miranda (PMDB, coligação "A experiência faz a mudança") – Vice: Marcello de Lima Lelis (PV);

Sandoval Lobo Cardoso, que concorre à reeleição (SD, coligação "A mudança que a gente vê") – Vice: Joseli Ângelo Agnolin (PDT).

Fonte: Imirante

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Onze candidatos à Presidência disputam a preferência de 141 milhões de eleitores

No dia 5 de outubro, 141,8 milhões de eleitores irão às urnas no primeiro turno do pleito geral para a escolha de deputados estaduais, federais, senadores, governadores e do presidente da República. A estimativa é que 24 mil candidatos concorram a todas as vagas em disputa.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), houve crescimento de 4,43% no número de eleitores aptos a votar em outubro. Nas eleições gerais de 2010, 135,8 milhões de cidadãos foram às urnas.  O balanço final com o número do eleitorado e das candidaturas deve ser divulgado no dia 21 de julho.

Uma das novidades para o pleito deste ano será o voto por meio da biometria. Em outubro, 23,3 milhões de eleitores serão identificados por meio da digital. Na eleição passada, a biometria foi usada para a identificação de 1,1 milhão de pessoas.

O prazo para registro das candidaturas terminou no dia 5 de julho. O TSE recebeu 11 pedidos de registros de candidatos à Presidência da República. Juntos, eles estimam gastar R$ 916,7 milhões durante a campanha eleitoral.
Serão candidatos ao Palácio do Planalto nestas eleições: Aécio Neves (PSDB); Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição; Eduardo Campos (PSB); Eduardo Jorge (PV); Eymael (PSDC); Levy Fidelix (PRTB); Luciana Genro (PSOL); Mauro Iasi (PCB); Pastor Everaldo (PSC); Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU).

A Agência Brasil publica hoje (16) uma série de matérias com os perfis e os planos de governo de todos os candidatos à Presidência. Diariamente, serão publicadas as agendas com os compromissos de cada um deles.

Fonte: Agência Brasil

Denúncias contra Edson Lobão voltam a repercutir

A visita dos deputados de oposição ao edifício Paris, na Avenida São Luís Rei de França, onde deveria funcionar um Hospital do Câncer do Governo do Maranhão voltou a repercutir na Assembleia Legislativa; para o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), "nada justifica isso. Trinta mil reais todo mês na conta do Edinho Lobão, R$ 30 mil, limpo, de graça, sem nada, porque lá não tem ninguém sendo atendido"; "É uma situação realmente absurda", afirmou

A visita dos deputados de oposição ao edifício Paris, na Avenida São Luís Rei de França, onde deveria funcionar um Hospital do Câncer do Governo do Maranhão voltou a repercutir na Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (16).

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) lamentou o fato dos deputados de oposição terem sido barrados e destacou que o prédio foi alugado pela Incorporadora Difusora, de propriedade do candidato a governador da oligarquia Sarney, Edinho Lobão, ao governo do Estado.
O prédio, segundo os pedreiros responsáveis, está há seis meses em reforma trocando o piso e, em um flagrante de ilegalidade, simplesmente até hoje não funcionou nenhum hospital do câncer naquela localidade.

"Nada justifica isso. Trinta mil reais todo mês na conta do Edinho Lobão, R$ 30 mil, limpo, de graça, sem nada, porque lá não tem ninguém sendo atendido. Não tem nenhuma pessoa com câncer sendo atendida por esse instituto, por esse centro oncológico, na Avenida Rei de França. É uma situação realmente absurda", denunciou.
Bira ressaltou que o Senador em exercício, apesar de não ter tido nenhum voto, não poderia ter contrato com o poder público e o Ministério Público não deve ficar silenciado diante deste escândalo. O Deputado também repudiou a tentativa de se barrar parlamentares em suas prerrogativas de fiscalização, de qualquer instituição pública do Estado.

"Simplesmente não permitiram sequer que a nossa entrada, tamanho o flagrante da ilegalidade, é um prédio residencial, construíram aquele prédio, não conseguiram vender os apartamentos, aí se aluga para o Estado, é assim que se faz negócio no Maranhão, aluga-se para o Estado a peso de ouro ganhando dinheiro fácil, garantido, Secretaria de Saúde, Incorporadora Difusora e quem fica com o prejuízo é o povo", protestou.
Para Bira, a Governadora e o Secretário de Saúde fazem as propagandas mais bonitas na televisão, dizendo que o modelo da saúde do Maranhão é um modelo revolucionário, referência para o País. Chegando a anunciar 72 prédios, tomando o antigo Hospital do IPEM e nunca terminando a reforma do prédio do PAM Diamante.

O deputado Bira afirmou que apesar do anúncio dos 72 hospitais, a população do Maranhão não consegue ser atendida. Não se encontra enfermeiro, equipamentos, aparelhos de Raio X nos "hospitais" entregues com festa e ainda inacabados.

"A propaganda na televisão é a coisa mais espetacular. Eu queria morar na televisão, ali dentro da televisão. Porque ali tudo é lindo, tudo é bonito, é o mundo de fantasia, mas o povo está sabendo que isso não funciona. Na hora da agonia, o povo procura o Piauí, vai para Teresina para Araguaína, para Goiânia, Brasília Fortaleza, ou Belém porque não consegue atendimento médico no Maranhão", disse Bira.

Fonte: Maranhão 247

Infecções por HIV aumentam 11% no Brasil em oito anos

Relatório divulgado hoje (16) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids) indica que as novas infecções por HIV no Brasil aumentaram 11% entre 2005 e 2013. No ano passado, o país registrou 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.
A estimativa do Unaids é que 1,6 milhão de pessoas vivem com HIV na região. A maioria dos casos (75%) se concentra em cinco países – Argentina, Brasil, Colômbia, México e Venezuela. A América Latina registrou queda de 3% em novas infecções entre 2005 e 2013, mas os índices variam de país para país. O México, por exemplo, registrou queda de 39% e o Peru, 26%.

O cálculo é que, na região, dez novas infecções por HIV são registradas a cada hora. Os grupos particularmente vulneráveis a novas infecções e que representam uma parcela significativa de soropositivos incluem transgêneros; homens gays; homens que fazem sexo com homens; homens e mulheres que atuam como profissionais do sexo e seus clientes; e usuários de drogas.
Os dados mostram ainda que aproximadamente um terço das novas infecções na América Latina ocorre em pessoas jovens, com idade entre 15 anos e 24 anos. “Populações mais vulneráveis enfrentam altos níveis de estigma, discriminação e violência, que criam obstáculos no acesso à prevenção da doença, ao tratamento, ao cuidado e aos serviços de apoio”, informou o Unaids.

O órgão destacou, entretanto, que a América Latina continua a ser a região com a maior cobertura antirretroviral do mundo – aproximadamente 45% dos 1,6 milhão de pessoas com HIV que têm acesso à terapia. Novamente, os índices variam de país para país. Brasil, Chile, El Salvador, México, Peru e Venezuela registram mais de 40% de cobertura, enquanto o tratamento na Bolívia alcança menos de 20% das pessoas infectadas.

O relatório ressaltou também que Brasil e Panamá alteraram recentemente o protocolo de atendimento para soropositivos, possibilitando que todas as pessoas com HIV, independentemente da carga viral do paciente.

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 15 de julho de 2014

Eduardo Campos: "Eu e Marina, somos a única mudança de verdade"


Eduardo Campos já é uma figura em constante presença no Maranhão, se pegarmos como exemplo os últimos dois anos. Presente de forma intensa na campanha de Edivaldo Holanda Júnior (PTC), agora o presidenciável vem a São Luís por conta da candidatura de Flávio Dino (PCdoB) e obviamente pela sua. No estado ele tem objetivo de vencer o desconhecimento da população e diminuir a diferença em relação a Dilma, por isso ele adotou o discurso de também fazer parte da oposição ao grupo governista, ao deixar claro que o senador José Sarney (PMDB) não terá espaço em um eventual governo socialista.

Adotando esse discurso, ele afirma que junto com Marina Silva, sua vice-presidente, são os únicos que representam a mudança política no Brasil.
Apesar de adotar esse discurso, Eduardo conta que é possível preservar os avanços promovidos pelos governos petistas nos últimos anos. Sobre sua relação com Aécio Neves, o ex-governador de Pernambuco acredita que nada os igualam, pois tem posicionamentos diferentes desde quando faziam parte do movimento “Diretas Já” em 1984.
Sobre suas propostas para o Maranhão, ele destaca o empenho em desenvolver a economia, principalmente com obras estruturantes como a refinaria, ampliação do porto e construção de estradas.

Confira na íntegra a entrevista:

O Imparcial - O candidato Aécio Neves vem afirmando reiteradas vezes que não é um adversário político do senhor. Até que ponto essa relação de amizade entre vocês dois pode ser benéfica para sua candidatura?
Eduardo Campos - Desde 1984, quando nas Diretas Já, que eu e Aécio não compartilhamos do mesmo projeto nacional. Ele ficou na base de apoio ao governo de Sarney, depois do Fernando Henrique Cardoso e eu estive na oposição. No governo Lula, eu e Marina estive apoiando o governo, já o Aécio estava no lado oposto. Mas isto não impediu, que tivéssemos uma relação de respeito, dialogamos sobre projetos importantes, temos uma visão política distintas, assim como nossas origens. Já tivemos oportunidades no parlamento de convergir e divergir. O Brasil cansou da polarização entre PT e PSDB. Os brasileiros querem viver um novo ciclo econômico, mas ao mesmo tempo quer conservar as coisas boas como Bolsa Família, o Prouni entre outros projetos.

O Imparcial - Eduardo, o seu partido passou os últimos 12 anos aliado ao governo petista. Suas propostas terão construção própria ou vão estar escoradas no que o PT construiu ao longo dos últimos anos?
Eduardo Campos - Nós estamos fazendo um programa de governo, fruto de um profundo debate com a sociedade, através da internet, criamos uma plataforma, possibilitando as pessoas de participarem. Realizamos encontros regionais, que mais de 10 mil pessoas puderam participar, tivemos colaborações de pessoas de movimentos sociais. Apresentamos diretrizes de como o Brasil pode preservar conquistas do passado como os programas sociais, mas também avançar, reconduzindo o país ao desenvolvimento econômico. A gente está vivendo tempos de endividamento das famílias brasileiras, as taxas de juros estão elevadas, precisamos cuidar centralmente da educação, pois é o que pode mudar a realidade brasileira, precisamos acabar com o apertheid que existe hoje no Brasil, onde existe a escola do rico e do pobre, isso não existe mais em Pernambuco. Vamos enfrentar a chaga da violência urbana. Nós vamos fazer com que o país possa cuidar da sua ciência e tecnologia, diminuir as desigualdades regionais, precisamos renovar a gestão pública, aposentando as velhas raposas que estão no centro do governo. Eu e Marina somos a única mudança de verdade para este país, pois se for observar, a velha política tem marcado presença nas duas candidaturas que buscam polarizar a disputa.

O Imparcial - Qual a importância do Maranhão para a sua campanha e quais são as suas propostas para o nosso estado?
Eduardo Campos - O que o Maranhão quer hoje é a mesma coisa que o Brasil deseja: a mudança. Nós queremos trazer dias melhores para a nossa população, por isso eu e Marina estamos propondo obras estruturantes para o Maranhão, deixando claro que em nosso governo a refinaria vai sair, o porto vai ter obra para se desenvolver, nós vamos cuidar das pessoas que precisam de saúde, nós vamos reformar e construir rodovias no Maranhão para desenvolver a economia, vamos atrair empresas que gerem empregos para os maranhenses, vamos apoiar a micro e pequena empresária, vamos desburocratizar.

O Imparcial - No Maranhão o senhor tem dois candidatos ao governo de partidos aliados. Como vai ficar seu posicionamento?
Eduardo Campos - O Maranhão tem um grande desejo de mudança. O PSB vem ajudando nesse processo de mudança já há alguns ano, inclusive liderando e buscando unificar essa frente que hoje é liderada pelo Flávio Dino. Nós temos uma aliança nacional com o PPL e aqui o partido tem uma candidatura, que garante seu espaço político, mas o meu partido está apoiando Flávio Dino para o governo e Roberto Rocha para o Senado. Nós estamos aqui unidos para ganhar e garantir um novo governo dia 1 de janeiro.

O Imparcial - Eduardo, o senhor foi bem claro ao afirmar que Flávio Dino é o seu único candidato no Maranhão. No entanto, Flávio mantém alianças com Aécio e ainda busca a Dilma, como o senhor encara isso?
Eduardo Campos - Eu entendo que tem uma ampla frente, lutando por duas candidaturas diferentes, uma está comigo e a outra com Aécio. Eu entendo que já foi deixado bem claro que o palanque da Dilma é o palanque do Lobão Filho, que é apoiado pelo Sarney. Nós estamos animados com a quantidade de apoios que estão chegando. Quem é oposição no Maranhão, sabe que para mudar o Maranhão e o Brasil é eleger Eduardo e Marina.

O Imparcial - Hoje existem 39 ministérios, o senhor chegando ao governo, pretende enxugar a máquina pública?
Eduardo Campos - Nós vamos com certeza reduzir o número de ministérios pela metade, mas isso só será discutido depois da construção do nosso plano de governo.

O Imparcial - Como será a sua relação com o senador José Sarney em um eventual governo?
Eduardo Campos - Eu tenho um compromisso com a população brasileira, que devemos governar de outro jeito e não tolero o presidencialismo de coalizão, que justifica 39 ministérios e tanta ineficiência. Tanta gente recebendo em cargos que não tem a menor competência para exerce-los. Eu acho que quem quiser que o Sarney continue no governo vai votar na Dilma.

O Imparcial - A candidatura do Roberto Rocha, busca quebrar a hegemonia do PMDB maranhense no Senado. Qual a importância da eleição dele?

Eduardo Campos - O Brasil deixou claro que quer renovar a política, existe um desejo de renovação na Câmara e no Senado. A chegada de Roberto Rocha ao Senado, representa uma geração que sabe fazer um novo jeito de política. Ele vai nos ajudar muito, principalmente para o Maranhão com políticas para saúde, educação, os jovens, idosos e garantir a governabilidade que iniciaremos a partir do dia 1 de janeiro. Tenho certeza que Roberto Rocha será eleito e consequentemente será um grande senador pelo estado do Maranhão.

Fonte: O Imparcial on-line

Veja o perfil dos candidatos a uma vaga para deputado estadual

Ainda não será nestas eleições que as mulheres interessadas em ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa (ALE-MA) terão uma disputa mais acirrada, no que se refere ao número de candidatos por sexo. Isso porque, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), dos 494 registros de candidatura, 356 são homens.

Quando é levado em consideração o eleitorado maranhense temos um número um pouco mais favorável às mulheres: elas são quase 51% contra 49% dos homens. Em números absolutos são 2.204.972 de votos de mulheres e 2.116.411 de votos masculinos. Os dados são do TRE-MA e baseiam-se na última eleição para deputados estaduais, realizada em 2010.

Em compensação, enquanto a maioria dos candidatos a deputados estaduais são homens, o nível de escolaridade das mulheres é maior. Quase a metade das pessoas do sexo feminino que registraram candidatura tem ensino superior completo: 63 (45,6% do total) e 13 (9,4%) afirmaram ter o ensino superior incompleto.

Comparando o grau de instrução entre homens e mulheres, temos uma relação amplamente mais favorável ao sexo feminino: 45,6% das mulheres que querem ser deputadas tem ensino superior enquanto que, a mesma graduação no total de homens que buscam vaga no parlamento estadual é de 41%.


OCUPAÇÃO - Ainda de acordo com o TRE-MA a maioria dos candidatos a deputado estadual é formada por empresários: 46 no total. Na sequência estão os professores: 38; servidor público: 37 completando os top 3.

1º EMPRESÁRIO – 46
2º PROFESSOR – 38
3º SERVIDOR – 37
4º ADVOGADO – 23
5º DEPUTADO – 23
6º ADMINISTRADOR – 17
7º POLICIAL MILITAR – 14
8º COMERCIANTE – 14
9º ESTUDANTE – 13
10º VEREADOR – 13

Cidade Natal
Com relação às cidades onde os candidatos nasceram, São Luís é a que mais tem representantes: 161. Imperatriz é a segunda, com 27, seguida por Bacabal: 16 e a capital do Piauí em quarto lugar com maior número de pretensos a uma vaga no parlamento estadual: 16.

A seguir, a relação das 20 cidades com maior número de representantes:
1º São Luís – 161
2º Imperatriz – 27
3º Bacabal – 16
4º Teresina (PI) – 16
5º Caxias – 15
6º Vitória do Mearim – 13
7º Codó – 12
8º Pedreiras – 11
9º Viana – 11
10º Coroatá – 8
11º Chapadinha – 6
12º Araioses – 5
13º Barra do Corda – 5
14º Santa Inês – 5
15º Santa Luzia – 5
16º Balsas – 4
17º Buriti – 4
18º Cururupu – 4
19º Pirapemas – 4

20º São Bento – 4

Fonte: Imirante