segunda-feira, 7 de julho de 2014

Lobão Filho e Flávio Dino apostam na força da campanha na internet


Foi muito tímido o primeiro dia de campanha dos candidatos ao governo do Maranhão. Tanto Lobão Filho (PMDB), quanto Flávio Dino (PCdoB), preferiram realizar reuniões com lideranças polítcas. Diante disto, o que ganhou mais destaque foi anúncio do lançamento oficial dos sites dos concorrentes ao governo estadual.
O senador Lobão Filho da coligação “Pra Frente Maranhão”, que reúne 18 partidos, está com seu endereço virtual já inaugurado: www.lobaofilho15.com.br. O sítio tem como principal objetivo divulgar ações, propostas e projetos de governo durante a campanha eleitoral de 2014 também deverá contar com interatividade para atrair o internauta.

João Muchon, da equipe de campanha, que trabalha há 40 dias o desenvolvimento da ferramenta, diz que o site deverá atender tanto aos usuários de máquinas normais como PC e Notebooks como também aos adeptos de celular e tabletes. “O site tem cara de portal e por isso a proposta é amplamente moderna. Sabemos da importância do site como instrumento para que o eleitor obtenha de forma rápida as respostas sobre o candidato”, detalhou o programador.
Na página do candidato, que tem como vice o deputado estadual Arnaldo Melo (PMDB), o internauta/eleitor pode acessar e acompanhar, além do programa de governo, as principais notícias, agenda de reuniões, perfil e outras informações importantes relacionadas à campanha.


PCdoB - Já Flávio Dino buscou mobilizar centenas de internautas logo na madrugada de ontem, quando foi dada a largada oficial da campanha eleitoral de 2014. Com lançamento do site oficial e mensagem direta aos internautas através de vídeo, Flávio Dino recebeu o carinho de centenas de apoiadores de sua campanha nas redes sociais.
Através de mensagens enviadas pelo microblog Twitter, maranhenses de diferentes regiões enviaram mensagens de incentivo ao candidato que representa as oposições no Maranhão, reunidas em seu palanque 9 partidos. Nas primeiras horas, Flávio Dino apresentou vídeo convidando internautas para conhecerem o site www.flaviodino65.com.br e todas as redes sociais da campanha, que está no Twitter, no Facebook e no Instagram.

“Começamos oficialmente a nossa campanha eleitoral, movida a fé e esperança. O Maranhão é de todos nós,” disse o próprio candidato por seu perfil, no primeiro minuto do dia. Centenas de mensagens passaram a chegar ao candidato durante a madrugada, com votos de esperança e vitória. Internautas de todo o Maranhão se manifestaram e incluíram em suas fotos, o número 65, que representará Flávio Dino nas urnas no dia 5 de outubro.
Da Região Tocantina, o internauta Maicon Sousa escreveu: “Enfim Flávio, olha nós aqui de novo. Quatro anos se passaram, o desejo de mudança e libertação se manteve. Agora é a hora, força”. Em São Luís, internautas também enviaram mensagens de incentivo ao candidato que é líder nas pesquisas de intenção de voto.

Fonte: O Imparcial


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Embalado pela torcida, Brasil vence Colômbia e pega Alemanha na Semi

Jogando no Castelão, em Fortaleza (CE), o Brasil contou com gols dos zagueiros Thiago Silva e David Luiz para derrotar a Colômbia por 2 a 1

Tiago Silva comemora primeiro gol
Depois de ser eliminado nas quartas de final das duas últimas Copas do Mundo, a Seleção Brasileira se impôs para quebrar essa maldição na tarde desta sexta-feira (04). Jogando no Castelão, em Fortaleza (CE), o Brasil contou com gols dos zagueiros Thiago Silva e David Luiz para derrotar a Colômbia por 2 a 1 de forma sofrida, mas suficiente para entrar no caminho da Alemanha pelo hexacampeonato.
Em 2006, na Alemanha, o Brasil caiu nas quartas para o tradicional carrasco França, perdendo por 1 a 0. Quatro anos depois, na África do Sul, foi a Holanda que mandou a equipe mais cedo para casa, com vitória por 2 a 1. Contra a Colômbia, o Brasil fez boa partida, mas sofreu no final depois de ver James Rodríguez descontar de pênalti. Apesar disso, o time de Luiz Felipe Scolari está na semifinal.

Com o resultado, o Brasil vai enfrentar a Alemanha na terça-feira, às 17h (de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte – mesmo palco onde o time empatou e venceu o Chile nos pênaltis, nas oitavas de final. Mais cedo, os alemães se classificaram ao vencerem a França por 1 a 0, em partida disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Gol de Thiago Silva e tensão no Castelão - Felipão escalou a Seleção Brasileira com duas mudanças: Paulinho voltou ao time titular, na vaga do suspenso Luiz Gustavo, e Maicon tomou a vaga no inseguro Daniel Alves. A atuação do experiente lateral foi um dos pontos positivos do primeiro tempo, em que a equipe se portou de forma equilibrada, errou menos na marcação e abriu mão da ligação direta entre defesa e ataque. Ajudou muito, obviamente, o time abrir o placar logo aos 6min.

Neymar cobrou escanteio da esquerda do ataque e fez a bola viajar pela área sem que ninguém conseguisse fazer o corte; na segunda trave, Thiago Silva apareceu correndo por trás da marcação colombiana para completar de perna esquerda para o gol. A resposta colombiana apareceu aos 9min, com Cuadrado aproveitando sobra na entrada da área para bater com força – a bola desviou em Thiago Silva e passou rente à trave.
Daí para frente, o Brasil conseguiu se segurar, embora tenha cedido contra-ataques “matados” pela defesa com precisão, mas ainda assim perigosos. O Brasil, por sua vez, quase fez o segundo aos 18min, em chute cruzado de Hulk para grande defesa de Ospina; na sobra, Oscar chutou e o goleiro pegou bem. Aos 28min, ele mais uma vez salvou finalização de Hulk de dentro da área, pela esquerda. O primeiro tempo teve faltas duras, discussões entre os jogadores e tensão no gramado.

PRESSÃO COLOMBIANA E GOL DE DAVID LUIZ - No segundo tempo, a Seleção Brasileira teve postura menos agressiva e mais conservadora, o que fez com que a Colômbia passasse a ameaçar no ataque, ainda que criando poucas chances claras de gol. Aos 19min, Thiago Silva fez falta ao tentar impedir saída de bola rápida do goleiro Ospina e recebeu o segundo cartão amarelo, o que faz com que fique fora do próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo. Um grande susto logo aconteceu.
Aos 21min, em falta cobrada por James Rodríguez na área, a bola ficou dividida entre vários jogadores até Yepes acertar chute e marcar o gol, mas a arbitragem anotou impedimento no começo do lance. No lance seguinte, James fez falta dura em Neymar, em lance contestado no qual levou amarelo. Na cobrança, de longe, David Luiz acertou chute forte, colocado e com muito efeito: a bola entrou no ângulo esquerdo de Ospina, que não evitou o segundo gol do Brasil.
Na próxima terça-feira, brasileiros e alemães farão um duelo de oito títulos mundiais na capital cearense, já que a Alemanha, tricampeã, bateu os 'Bleus' por 1 a 0 no Rio de Janeiro.

Fonte: Terra

Dilma, Aécio e Campos unem partidos que vão se confrontar nos estados

Coligações dos 3 principais candidatos não se reproduzem regionalmente. Infográfico mostra fragmentação de siglas que compõem alianças nacionais.

Os partidos da base de apoio de cada um dos candidatos à Presidência da República nas eleições deste ano (veja quem apoia quem) vão se confrontar nas votações estaduais. Um levantamento feito pelo G1 nos 26 estados e no Distrito Federal mostra que a maioria das alianças regionais não reproduz a coligação nacional. Pelo contrário: em todas as unidades da federação, há disputas entre partidos que apoiam o mesmo candidato ao Palácio do Planalto (veja no infográfico todas as alianças feitas nos estados).
A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, não tem todos os seus partidos de apoio unidos em nenhum estado do país.  Aécio Neves só consegue reunir todas as siglas de sua base em uma mesma coligação em Minas Gerais. Em São Paulo, o PTB deixou a chapa de última hora, mas não deve migrar para nenhum dos opositores.

No Maranhão, o candidato Flávio Dino, do PCdoB, um dos mais fiéis partidos da base de Dilma Rousseff, tem em sua coligação o PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos. Na prática, isso significa que Dino poderá receber no palanque os três presidenciáveis mais bem posicionados nas pesquisas.
O PSD, de Gilberto Kassab, que participa da chapa de Dilma, só está presente em quatro coligações estaduais com o PT. Com o PSDB, rival dos petistas, o partido forma 13 alianças.
O PSB, que decidiu lançar candidato próprio à Presidência neste ano, é outro exemplo de como nos estados a situação é diferente. A sigla está junto com o PT em quatro estados e com o PSDB, em 11.

FIM DA VERTICALIZAÇÃO - A mistura nas coligações decorre, entre outros fatores, do fato de a legislação eleitoral não obrigar os partidos a seguir as mesmas alianças celebradas no plano presidencial – a chamada verticalização, que deixou de valer no pleito de 2010. Desde então, o cenário nos estados tem contrastado cada vez mais com o da votação nacional.
Para se ter uma ideia, em 2010, PMDB e PT estavam juntos em 13 coligações regionais. Esse número agora caiu para nove. Principal partido da base aliada do governo, o PMDB estará junto do PSDB no Acre, na Bahia, no Ceará, no Espírito Santo, em Pernambuco, no Piauí, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Norte e em Roraima.

Para a cientista política Silvana Krause, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), esse fenômeno não é novo. "O sistema eleitoral brasileiro cria uma situação que faz com que haja subsistemas estaduais. Apesar de uma estrutura organizativa nacional, os partidos têm uma realidade estadual muito distinta. As dinâmicas partidárias são muito regionalizadas", explica. Para ela, o comportamento dos partidos indica uma necessidade de acomodar forças para "ampliar o mercado eleitoral".
"Há uma legislação que deixa os partidos bastante livres para tomar decisões. Para as executivas nacionais, também não é interessante impor uma lógica nos estados, a não ser em situações muito constrangedoras", diz Silvana Krause, uma das organizadoras do livro "Coligações partidárias na nova democracia brasileira – Perfis e tendências".

O cientista político Yan Carreirão, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), diz que um dos problemas do país é a "fragmentação" do sistema partidário. "O fato de, no Brasil, a legislação favorecer as siglas pequenas, que conseguem o mínimo de representação, com recursos de poder como tempo de TV e fundo partidário, faz com que elas sejam cobiçadas no momento das eleições."
Segundo Carreirão, no entanto, os acordos também revelam que os partidos "cada vez menos se diferenciam ideologicamente". "Entre os relevantes, a distância diminuiu. Mesmo entre PT e PSDB, ela já foi maior. Então fica difícil para os eleitores diferenciarem os partidos e as coligações. O eleitor tem uma tarefa bastante complicada na hora do voto", destaca.

Sobre a divisão da base de apoio dos candidatos, o cientista político afirma que é muito difícil evitar que isso aconteça. "Claro que o ideal para um candidato a presidente é ter em cada estado um palanque composto por todos os partidos da coligação nacional. Mas hoje, devido ao grau de fragmentação e às diferenças estaduais dos partidos, isso é algo inviável."

Fonte: G1

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Campos e Marina registram candidaturas no TSE

Ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a ex-ministra Marina Silva (PSB) registraram oficialmente a candidatura da chapa socialista para a Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); após a candidatura ser protocolada, o agora oficialmente candidato deu uma entrevista coletiva para os jornalistas, em que afirmou que a população ainda tem "um grande grau de desconhecimento" em relação aos candidatos, mas que a situação vai mudar após o término da Copa do Mundo

O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e a ex-ministra Marina Silva (PSB), registraram oficialmente a candidatura a chapa socialista para a Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após a candidatura ser protocolada, o agora oficialmente candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, deu uma entrevista coletiva para os jornalistas, onde afirmou que a população ainda tem "um grande grau de desconhecimento" com relação aos candidatos, mas que a situação vai mudar após o término da Copa do Mundo.

De acordo com o ex-governador, a candidatura socialista vai começar a crescer de verdade com o fim da Copa do Mundo no Brasil e o começo da propaganda eleitoral gratuita, que começa a ser veiculada neste domingo (6). Segundo o socialista, após o mundial, a população vai começar a se interessar pelo processo político. Na pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha nesta quarta-feira (3), Campos aparece com 9% por cento das intenções de voto, enquanto Dilma tem 38% e Aécio, 20%.

Os gastos da campanha de Campos e de Marina também foram declarados nesta quinta ao TSE. De acordo com os socialistas, a publicidade em torno do nome de Campos não custará mais do que R$ 150 milhões. A quantia é menor do que o que deve ser gasto pela presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição, e pelo senador e presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG). Juntas, as campanhas da petista e do tucano devem somar R$ 450 milhões.
"Hoje é um dia muito importante. Viemos à Justiça Eleitoral para fazer o registro oficial das nossas candidaturas, para afirmar um compromisso com o povo brasileiro de fazer uma campanha limpa, que fale a verdade, que uma o Brasil para mudar o Brasil", afirmou Campos. "Temos agora o compromisso de fazer uma campanha que discuta ideias de como o País poderá ser, e será, melhor no futuro", acrescentou o candidato.

O prazo para a oficialização dos pedidos de candidatura se encerra neste sábado (5). O primeiro turno das eleições será disputado no próximo dia 5 de outubro, e, caso a disputa vá para o segundo turno, as eleições serão disputadas no próximo dia 26. Além das eleições presidenciais, devem ser eleitos também governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Fonte: Brasil 247

Propaganda eleitoral: o que pode e não nas eleições 2014


Setenta ações por propaganda antecipada referente às eleições 2014 foram distribuídas à Comissão de Juízes Auxiliares do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão até a tarde desta terça-feira, 2 de julho. Delas, já resultou o montante de R$ 195.205,00 em multas e este valor aumenta à proporção em que elas são julgadas.

Como forma de alerta, o TRE-MA pede que todos os envolvidos no processo eleitoral atentem para o que regulamenta a Resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral, que dispõe sobre a propaganda eleitoral e condutas ilícitas em campanha.

Segundo a Resolução, a propaganda eleitoral somente é permitida a partir do dia 6 de julho. Desse dia em diante, por exemplo, candidatos e partidos poderão fazer funcionar, das 8h às 22h, alto-falantes ou amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos.

Eles poderão, também, realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa das 8h às 24h e divulgar propaganda eleitoral na internet, sendo proibida a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga. A multa para quem desrespeitar a regra varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil ao responsável e ao seu beneficiário, caso este tenha conhecimento prévio da mesma.

Outra proibição vale para a veiculação de qualquer propaganda política no rádio ou na televisão – incluídos, entre outros, as rádios comunitárias e os canais de televisão que operam em UHF, VHF e por assinatura – e, ainda, a realização de comícios ou reuniões públicas, ressalvadas a na internet, desde 48h antes até 24h depois da eleição.

Qualquer que seja a sua forma ou modalidade, a propaganda sempre mencionará a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais.

Aos partidos políticos e às coligações é assegurado o direito de, independentemente de licença da autoridade pública e do pagamento de qualquer contribuição fazer inscrever, na fachada dos seus comitês e demais unidades, o nome que os designe, da coligação ou do candidato, respeitado o tamanho máximo de 4m2.

A realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos e apresentação, renumerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral é vedada, respondendo o infrator pelo emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder.

Na campanha eleitoral são proibidas a confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, podendo o infrator responder, conforme o caso, pela prática de captação ilícita de sufrágio, emprego de processo de propaganda vedada e/ou pelo abuso de poder.

Nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é proibida a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição a tinta, fixação de placas, estandartes, faixas e assemelhados.

Bens de uso comum, para fins eleitorais, são os assim definidos pelo Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada.

Em bens particulares, independem de obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral a veiculação de propaganda eleitoral por meio de fixação de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que não excedam 4m2 e não contrariem a legislação eleitoral, sendo que elas devem ser espontâneas e gratuitas, proibido qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para esta finalidade.

A colocação de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha e bandeiras ao longo das vias públicas é permitida, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. Todo o material impresso de campanha eleitoral deve conter o número de CNJP ou CPF do responsável pela confecção, bem como a de quem a contratou e a respectiva tiragem.

Por meio de outdoor, a propaganda eleitoral é proibida e em placas que excedam os 4m2 também. Na internet, é permitida após o dia 5 de julho, sem veiculação paga, das seguintes formas: em sítio do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado direta ou indiretamente em provedor de serviço de internet estabelecido no país; por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação; por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.

Na imprensa escrita é permitida a divulgação de propaganda paga até a antevéspera das eleições e a reprodução na internet do jornal impresso de até 10 anúncios de propaganda eleitoral por veículo de comunicação social, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo por edição de 1/8 de página de jornal padrão e 1/4 de página de revista ou tablóide.

PROPAGANDA PARTIDÁRIA - Já a partir do dia 1° de julho não é permitida a veiculação de propaganda partidária gratuita e de nenhum tipo de propaganda política paga no rádio e na televisão. A partir dessa data, as emissoras também não podem dar tratamento privilegiado a candidato, partido político ou coligação, bem como veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente – exceto em programas jornalísticos ou debates políticos.

A norma, prevista no Calendário Eleitoral e na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97), veda ainda que as emissoras de rádio e televisão transmitam, em sua programação normal e nos noticiários, imagens de realização de pesquisa ou qualquer tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou que haja manipulação de dados.

Para saber mais detalhes do que pode ou não e ainda acerca de regras para debates; propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão; permissões e vedações no dia da eleição; condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral; disposições penais; faça o download aqui da íntegra da Resolução 23.404 do TSE (formato PDF).


CARGOS - As eleições de 2014 vão eleger presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 5 de outubro e eventual segundo turno ocorrerá no dia 26 de outubro.

Ascom TRE-MA

TCE-MA divulga lista de gestores públicos com contas reprovadas

Lista tem 3410 gestores que tiveram contas rejeitas nos últimos 8 anos. Gestores podem ficar inelegíveis já nas eleições de 2014
Desembargador Froz Sobrinho recebe listagem do TCE-MA
O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), Edmar Cutrim, entregou nesta quinta-feira ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), desembargador Froz Sobrinho, a lista com 3.410 nomes de políticos e gestores públicos que tiveram suas contas rejeitadas nos últimos oito anos pelo tribunal.
A lista foi disponibilizada pelo no site do TCE e pode ser consultada por qualquer pessoa. Também é possível consultar a Relação de Responsáveis por Contas com Parecer Prévio pela Desaprovação e Julgadas Irregulares pelo TCE-MA.

O julgamento dessas contas pode levar à inelegibilidade dos administradores públicos, já na eleição de 2014. Mas a condição de inelegível não é automática. A Justiça Eleitoral precisa se manifestar sobre esses casos, para então declarar a inelegibilidade.
Na avaliação de Cutrim, a quantidade de gestores com as contas rejeitadas ainda é grande. "Considero um número elevadíssimo de gestores que tiveram problemas na prestação de contas e que já foram transitadas e julgadas. É importante que cada um dos gestores faça a sua parte".

O presidente do TRE também fez uma avaliação parecida e disse que este número pode até aumentar. “Essa lista pode crescer ou diminuir, à medida que forem julgadas. Algumas já podem ter sido até sanadas. Neste momento eles podem dizer que serão candidatos, mas com certeza serão impugnados pelo Ministério Público", disse o desembargador Froz Sobrinho.

No último dia 24, o TCU já havia divulgado uma lista com 6,6 mil gestores públicos com contas reprovadas ao TSE. A unidade da federação com o maior número de gestores com contas rejeitadas é o Distrito Federal, com 729 gestores; seguido pelo Maranhão, com 513. O Rio tem 399 gestores listados.

Fonte: G1MA

Após confusão, Soliney deixa Carlos Filho sem legenda para disputar reeleição

Prefeito Soliney Silva
Atendendo uma exigência da direção nacional do PRTB, a executiva estadual da legenda no Maranhão decidiu que o deputado estadual Carlos Filho, não concorrerá a reeleição. Isto ocorre, pois a prioridade número um do partido será eleição de deputados federais, desta forma o parlamentar irá entrar na disputa por uma vaga para a Câmara Federal.

A decisão foi baseada na resolução nacional 005/2014 do PRTB, deputados estaduais de mandato poderão ser indicados para a disputa de federal, com o intuito de fortalecer a nominada do partido e garantir assim a representatividade na Câmara Federal.
Existe a possibilidade de outro deputado estadual do partido ser incluído na lista, este seria o Stênio Rezende, mas por conta de algumas negociações, a decisão ainda não foi tomada.

Deputado Carlos Filho
Além de tomar esta decisão, o comando do PRTB no Maranhão, anuncia que o partido não integrará mais nenhuma coligação proporcional na base governista, caso as negociações não sejam conduzidas de outras forma. De acordo com o presidente Soliney Silva, existe uma clara tentativa de beneficiamento a candidatos a apadrinhados a diversos nomes.
“O PRTB não concorda com o apadrinhamento político de A ou B, não vamos aceitar essa formação de chapinhas para beneficiamento de alguns nomes”, informou Soliney.

Apesar de ter tomado essa decisão de não coligar mais com nenhum partido da base governista, o presidente do PRTB no Maranhão, faz questão de deixar claro, o seu apoio a candidatura de Lobão Filho, porém para Senado, também não há nada fechado.

“Quanto a disputa majoritária para o governo nada muda, seguiremos com Lobão Filho, temos um compromisso com ele, quanto ao Senado, ainda iremos analisar”, finalizou.

Fonte: Luis Pablo